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COMPARAÇÃO
CLÍNICA DA AÇÃO ANTIINFLAMATÓRIA DA DEXAMETASONA E MELOXICAM
EM CIRURGIA DE INSTALAÇÃO DE IMPLANTES ODONTOLÓGICOS
Autor: DR. HÉSIO MAGRI DE LACERDA
O
controle do edema e dor é uma prioridade em procedimentos
cirúrgicos odontológicos. São crescentes os questionamentos
sobre quais medicamentos devem ser usados para a eficiência no
controle destes sinais e sintomas na implantodontia, para isso
deve-se buscar um maior entendimento e conhecimento tanto
farmacológico quanto terapêutico destas drogas. O objetivo
deste estudo sobre avaliação do edema em cirurgia de
instalação de implantes foi comparar a ação de um
antiinflamatório esteroidal (dexametasona) com um
antiinflamatório não esteroidal (meloxicam). Foram
selecionados trinta indivíduos, quinze com indicação de
implantes bilaterais em maxila e quinze com indicação de
implantes bilaterais em mandíbula, ambos com similaridade
quanto ao numero de implantes (dois a três), tipo de
procedimento e grau de invasividade feitos em dois tempos
cirúrgicos realizados com intervalo de 30 dias. Cada
participante da pesquisa foi medicado aleatoriamente com uma
das drogas, mantendo um delineamento duplo-cego randomizado e
cruzado. Em um dos quadrantes foi utilizado como
antiinflamatório a Dexametasona 4mg (comprimido) uma hora
antes da cirurgia, e no outro o Meloxicam 15mg (comprimido)
uma hora antes da intervenção e 15mg 24 horas após, fracionado
em duas tomadas de 7,5mg de 12 em 12 horas, mantendo o mesmo
antibiótico e analgésico nos dois procedimentos. Todas as
cirurgias foram realizadas pelo pesquisador. O edema
pós-operatório foi quantificado usando medidas lineares da
distância entre pontos de referências faciais. Para estas
medições foram utilizados fios de nylon 2-0 (Ethicon - Johnson
& Johnson). As medições foram executadas antes da cirurgia,
24, 48 e 72 horas após a cirurgia. Os resultados mostraram que
as medidas (edema) estão ligeiramente aumentadas 24 e 48 horas
após a cirurgia, diminuindo nas 72 horas e não houve diferença
estatisticamente significante no efeito das drogas sobre as
medidas das distâncias entre o ângulo mandibular e os pontos:
trago, ângulo lateral do olho, comissura labial e pogônio
mole. Nota-se, por outro lado, que no caso das distâncias do
ângulo mandibular à asa do nariz, a dexametasona promoveu
maior redução do edema neste modelo de estudo.
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COMPARAÇÃO
CLÍNICA DA AÇÃO ANALGÉSICA DA DIPIRONA E PARACETAMOL EM
CIRURGIA DE INSTALAÇÃO DE IMPLANTES ODONTOLÓGICOS
Autor: Dra. EVELYN JURI REZENDE DE LACERDA
O
controle da dor é importante na instalação de implantes
dentários. O objetivo deste estudo foi comparar a ação
analgésica da Dipirona (500 mg) e do Paracetamol (750 mg), no
controle da dor pós-operatória em cirurgia de instalação de
implantes odontológicos. Foram selecionados 30 indivíduos com
indicação de mais de um implante com similar complexidade na
região de pré-molares superiores pois os mesmos 30 indivíduos
se submeteram às duas intervenções. As cirurgias foram
realizadas em tempos diferentes onde na primeira foi utilizado
como analgésico o Paracetamol - 750 mg e na segunda cirurgia a
Dipirona - 500 mg ambos da mesma forma farmacêutica
(comprimido). Todas as cirurgias foram realizadas pela
pesquisadora. Cada participante da pesquisa fez a avaliação da
intensidade da dor no pós-operatório, por meio de uma escala
visual analógica, adotando um valor de zero (ausência de dor)
a 10 (a pior dor possível) e também classificando a dor como:
ausente, leve, moderada ou severa. As avaliações foram feitas
em vários momentos: logo após a cirurgia e decorridas uma hora
após a cirurgia, duas horas, quatro horas, seis horas, oito
horas, 12 horas e 24 horas. Os resultados mostraram que a
intensidade da dor aumenta no decorrer de 24 horas após a
cirurgia, no entanto, o alívio conseguido com a dipirona foi
estatisticamente significante. Foram então calculadas as
freqüências com que cada indivíduo classificou sua dor como
leve, moderada ou severa ou considerou não ter dor (ausência)
em cada cirurgia. Concluiu-se que a dipirona garante maior
alívio da dor dentro dos parâmetros utilizados neste estudo
quando comparado ao paracetamol.
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Regeneração óssea guiada por meio de membrana não absorvível
pós-exodontia
(Publicado na Revista ImplantNews V. 7, Nº 1,
Janeiro/Fevereiro 2010)
Autores:
Dra. EVELYN JURI
REZENDE DE LACERDA / DR. HÉSIO MAGRI DE LACERDA
A regeneração guiada tecidual é
uma conquista da ciência que permite realizar com plenitude
princípios aliados da natureza com resultados satisfatórios,
revertendo situações clínicas de regressão e/ou de degeneração
aplicando princípios da fsiologia óssea, obtendo ganho onde um
curso normal levaria a sua atrofa como nas exodontias. O
objetivo deste artigo foi relatar um caso clínico com
planejamento de exodontia já preparando o leito para receber o
implante sem a utilização de enxerto em bloco, homógeno ou
similares, concluindo ser uma alternativa viável, segura e
pouco traumática.
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